Meu segredo com a Psicologia!

Muitas pessoas me perguntam por que eu escolhi a Psicologia.

Eu respondo com a seguinte história: quando era pequeno, sempre gostei de observar pessoas e tentava entender o motivo de se comportarem de determinada forma, pois mediante cada ambiente os comportamentos mudavam, e isso me intrigava. Mas, como disse, era pequeno e não dava tanta importância para esse fenômeno humano.

Ao chegar à adolescência, fiz muitos trabalhos voluntários e sempre participei de atividades comunitárias em meu bairro, como ações beneficentes e conversas com pessoas tristes, procurando compreender o que levava tantas pessoas a chorar, normalmente tendo como motivo o comportamento de outras pessoas.

Comecei a perceber que as pessoas se machucavam muito e perdiam muito tempo de suas vidas falando de outras vidas, e não vivendo algo que poderia ser mais interessante: a sua própria história! Sentia-me sempre na obrigação de ajudar alguém que quisesse ou precisasse, até que um dia, aos 17 anos, antes de dormir, fiquei pensando qual seria meu propósito nesta vida.

Pensei se seria médico, bancário, ator, cantor, pobre, rico, advogado, massagista, feliz, triste, leve, folgado, chato… pensei tanto que me deu até dor de cabeça, e dizia para mim mesmo: pense no óbvio, pense no óbvio, Célio Mota! E cheguei à conclusão de que o que mais se satisfazia neste mundo, aos 17 anos, era ajudar pessoas, era poder propor uma vida melhor para elas, deixá-las felizes. E daí veio o grande dilema: como eu faço isso? A resposta foi fácil: posso ser um padre! Assim, vou ajudar muitas pessoas, fazer caridade, fazer pessoas felizes e me sentir bem.

Fui até visitar um seminário, conversei com alguns futuros padres e percebi que alguns não estavam tão felizes. Fiquei bem encucado. Quando percebi que ser padre era abdicar de muitas coisas que ainda gostaria de fazer, desisti (risos). Resolvi, então, estudar profissões.

Teria de ser algo real, palpável e que respondesse às minhas perguntas e me desse sentido para a minha existência. Quando percebi que existia uma área da saúde que poderia ser benéfica para outras pessoas, foi amor à primeira vista. Minha primeira opção no vestibular era Psicologia, a segunda era Psicologia e a terceira era, por fim, Psicologia.

Há 16 anos que fiz minha escolha, e durante todo este tempo me sinto imensamente realizado por todos os dias poder analisar, contribuir e ser um instrumento de uma vida mais leve para tantas pessoas, sejam jovens, adultos, terceira idade, público empresarial ou por meio de palestras, seminários, mesas-redondas e congressos.  E o mais interessante de tudo isso é que estou realizando meu propósito exercendo algo que amo.

Você precisa de ajuda? Quer discutir sua vida com afeto?

Célio Mota

Psicólogo | Coach | Thetahealer